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Operador de Moagem

Vaga COD. 006
Operador de Moagem
Escolaridade: Ensino Fundamental Completo
Imprescindível:
•CNH B
•Curso de Empilhadeira ou Pá Carregadeira
Experiência: 6 meses comprovada em CTPS
Horário de Trabalho: A combinar
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Vamos perder a batalha da inteligência artificial, diz CEO da Microsoft

São Paulo – O Brasil está fadado a fracassar na disputa pelo posto de liderança em inteligência artificial. De acordo com Tânia Cosentino, CEO da Microsoft Brasil, isso deve ocorrer em função da baixo interesse dos brasileiros por matemática.

“No índice de pessoas graduadas [no Brasil], somente 15% são da área de exatas, enquanto a China está beirando os 40%. Vamos perder a batalha da inteligência artificial”, afirmou a executiva, durante evento do BTG Pactual (controlador de EXAME). Ela também chama a atenção para a pequena participação feminina no segmento. “Desses 15%, somente 15% são mulheres.”

A baixa qualificação da mão de obra brasileira em tecnologia é uma das principais preocupações dos executivos da área. “Hoje, skills  [qualificação] é o tema central”, afirmou o CEO da IBM Brasil. Segundo ele, o número de vagas com carência de mão de obra qualificada no Brasil deve chegar a 500 mil nos próximos cinco anos.

Para Cosentino, a demanda por esse tipo de profissional vai aumentar de forma que não vai dar tempo para as pessoas se especializarem. “Ao contrário da terceira revolução industrial, que demorou 30 anos, isso vai acontecer em menos de 10 anos. Vir para a nossa área é emprego garantido”, disse.

“Dos empregos de 2030, 65% ainda não existem hoje. Desses, quase 100% vai estar relacionado à tecnologia”, afirmou Rodrigo Galvão, CEO da Oracle Brasil.

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Cientistas alertam sobre riscos psicológicos de relacionamentos com robôs

Se você leu o título da matéria e achou estranho que exista preocupação com relação ao tema, saiba que, apesar de timidamente, o número de bordéis que empregam robôs vem aumentando pelo mundo, assim como o de pessoas que, por uma razão ou outra acabam optando por investir milhares de dólares na companhia de androides e bonecos no lugar de humanos.

Aliás, os dispositivos estão se tornando cada dia mais complexos e realistas – e inclusive estão surgindo modelos dotados de inteligência artificial para que eles possam “aprender” mais sobre os gostos e preferências seus donos e, assim, tornar as experiências mais naturais. Mas, e o custo psicológico e moral de se ter um relacionamento com uma máquina?

Sexo com robôs

De acordo com Pallab Ghosh, da BBC, existem muitos especialistas preocupados com o impacto que “robôs-acompanhantes” dotados de IA possam vir a causar, tanto aos humanos que optam por se relacionar com essas máquinas, como à própria sociedade, uma vez que, ademais do dano psicológico, podem haver repercussões morais também.

Isso porque, segundo Pallab, há quem busque esses robôs para satisfazer fetiches – e até desejos que são classificados como desvios de conduta. Por exemplo, além de os androides serem completamente submissos, obviamente, existem dispositivos programados para criar cenários de estupro e outros cuja aparência é infantilizada para atender às fantasias daqueles com inclinação à pedofilia.

Por um lado, há quem argumente que permitir que, para indivíduos com predisposição a determinados comportamentos, a companhia de um desses robôs poderia ter efeito “profilático” e evitar que essas pessoas se tornem predadoras sexuais ou acabem pondo em prática seus desejos sombrios.

Por outro, no entanto, não existem pesquisas relacionadas com as possíveis consequências das relações entre humanos e máquinas, muito menos normas que regulamentem a fabricação e uso dos robôs, e fazer vista grossa para atitudes para as quais existe – e deveria ser seguido – tratamento pode não ser a melhor abordagem.

Além disso, conforme argumentam alguns especialistas, os robôs reforçam a imagem da mulher como objeto. E, nesse sentido, apesar de já existirem modelos capazes de mover os lábios, piscar, mexer o pescoço, conversar e até aprender e se lembrar de coisas sobre seus “amos”, o relacionamento com as máquinas é desprovido de conexão, reciprocidade, intimidade e empatia. A companhia de um androide jamais substituirá a de um ser humano e se há dificuldades, antes de buscar um deles, é necessário buscar ajuda – de alguém feito de carne e osso.

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Tech Vision 2020: sua empresa pode sobreviver ao “tech-clash”?

RELATÓRIO DA PESQUISA

Resumo

  • Liderar no futuro significa trabalhar para redefinir a interseção entre pessoas e tecnologia.
  • As pessoas cada vez mais têm grandes expectativas, mas as empresas ainda constroem produtos e serviços guiados por tecnologias e manuais do passado.
  • As empresas devem resolver essas expectativas não correspondidas para liberarem a promessa de um mundo melhor e mais fácil pela tecnologia.

 

Muito se fala sobre o efeito “tech-lash”, uma postura contrária à tecnologia, mas os fatos não confirmam isso como uma tendência: pelo contrário, as pessoas estão usando a tecnologia mais do que nunca. De acordo com a pesquisa Technology Vision Consumer Survey, 52% dos consumidores dizem que a tecnologia desempenha um papel proeminente ou está enraizada em quase todos os aspectos de seu dia a dia. Além desses, 19% relataram que a tecnologia está tão entrelaçada em suas vidas, que a veem como uma extensão de si mesmos. Mundialmente, as pessoas gastam uma média de 6,4 horas online diariamente.1 A tecnologia digital está por todo lado.

No lugar do “tech-lash”, o que estamos vendo é um “tech-clash”, ou conflito tecnológico. As pessoas não se opõem à tecnologia: elas permanecem animadas e intrigadas com ela. Mas as empresas desenvolvem e implantam essa tecnologia usando os manuais de décadas passadas, de quando a tecnologia ainda não tinha um impacto tão importante e significativo em nossas vidas. Por exemplo, muitas companhias ainda têm ecossistemas fechados que podem tornar as experiências desarticuladas. Elas aplicam soluções de inteligência artificial à tomada de decisões sem transparência, deixando as pessoas fora do circuito nas decisões que afetam diretamente suas vidas. Preocupações relativas a privacidade e segurança sobre acervos de valiosos dados produzidos pelas pessoas podem levar à hesitação e desconfiança.

Navegar neste embate tecnológico será um desafio-chave para os líderes de empresas na próxima década. Até o momento, as companhias se beneficiaram amplamente por seguirem o roteiro tecnológico estabelecido pelos pioneiros digitais. Agora, a tecnologia digital está deixando de ser uma vantagem para se tornar uma expectativa básica – e as melhores práticas de ontem estão se transformando nas insuficiências de hoje. As empresas devem oferecer mais experiências focadas no ser humano, de acordo com o que as pessoas esperam.

Isso significa que o caminho a seguir pode ser guiado pelas expectativas das pessoas, mas não há um roteiro definido. O sucesso da próxima geração de produtos e serviços dependerá da capacidade das empresas de elevarem a experiência humana, conseguindo adaptar-se ao mundo que criaram.

Nenhuma das etapas desta jornada seria uma mudança incremental, nem tão simples quanto encontrar a próxima ferramenta tecnológica para fazer o que você já está fazendo hoje. Liderar no futuro exigirá repensar as principais suposições sobre como uma empresa funciona e redefinir a interseção entre pessoas e tecnologia.

 

Tendências Tech Vision 2020

Os novos modelos que as organizações devem criar para superar o choque tecnológico têm uma coisa em comum: eles são baseados na colaboração. Os líderes empresariais bem-sucedidos convidarão clientes, colaboradores, parceiros e o público para construírem juntos seu novo curso para o futuro. Vemos cinco tendências que exemplificam isso:

  • O “eu” na experiência – Organizações líderes estão trabalhando com clientes para criar experiências digitais. As pessoas ainda querem os muitos benefícios da personalização, mas estão cada vez mais receosas com os métodos que as empresas ainda usam para fornecê-la. Elas querem ter a capacidade de fazer as escolhas importantes que informem sobre suas experiências e mudar de opção quando as companhias agirem de maneira errada. A ascensão do 5G e a realidade aumentada pressionam mais as empresas líderes para tornarem isso uma realidade.
  • A inteligência artificial e eu – Todo o potencial da IA passou de mera automação de tarefas simples para uma poderosa ferramenta de colaboração entre profissionais humanos e máquinas. As empresas de sucesso entenderão a importância do contexto na interação homem-máquina e introduzirão novas ferramentas que as ajudarão a compreender melhor essa relação. Isso as posicionará para reimaginar todos os aspectos do negócio inteiro desde o início.
  • O dilema das coisas inteligentes – A própria noção de propriedade do produto está mudando radicalmente. Quando as pessoas compram bens, em muitos casos não estão mais comprando itens físicos acabados, mas canais para experiências em evolução. As empresas devem reconhecer esse novo paradigma de “copropriedade” com os clientes e trabalhar para projetar seus produtos e ecossistemas a fim de acomodar as mudanças em andamento.
  • Robôs à solta – Os robôs estão saindo dos depósitos e das fábricas para o mundo real, ajudados pela queda nos custos de hardware e pelo aumento das redes 5G. À medida que as empresas expandem suas capacidades robóticas para o mundo aberto, elas precisam contratar novos talentos e trabalhar com o público para garantir uma transição organizada.
  • DNA da inovação – As empresas podem transformar a maneira como inovam, concentrando-se em três elementos-chave do DNA da inovação de seus negócios: tecnologias digitais maduras, avanços científicos e tecnologias DARQ emergentes (tecnologia de registro compartilhado (DLT), inteligência artificial (IA), realidade aumentada (XR) e computação quântica). Elas podem injetar constantemente novas habilidades, tecnologias e ideias nessas áreas por meio de hubs de inovação, centros de excelência e parcerias de coinovação.
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