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Marco Bravo assume como novo head para Google Cloud Brasil

Executivo substitui João Bolonha, que agora responde como diretor de estratégia e crescimento do Google Cloud para a América Latina

Google Cloud anunciou nesta semana Marco Bravo como novo líder da operação brasileira para a divisão de nuvem da gigante de tecnologia. Bravo substitui João Bolonha que, agora, passa a ser diretor de estratégia de crescimento de Google Cloud para a América Latina.

Antes de entrar para o time do Google, Bravo respondia como vice-presidente para a América Latina da ACI Worldwide, além de ter liderado os segmentos de clientes corporativos de software da IBM e da Microsoft. Formado em Engenharia Elétrica, com mestrado em Telecomunicações, ambos pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), o executivo soma 30 anos de experiência no setor de tecnologia. Também possui MBA em Administração Executiva, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e tem especialização em Liderança e Estratégia pela IMD Business School na Suíça.

Renovação de talentos

O Google tem avançado em seus esforços para ampliar o protagonismo de sua divisão de nuvem nos últimos anos. No final de 2018, a companhia anunciou Thomas Kurian, ex-Oracle, para o cargo de CEO do Google Cloud – substituindo Diane Greene. Desde então, a divisão anunciou contratações de peso, incluindo Robert Enslin (ex-SAP) para o cargo de presidente para Global Customer Operations e Eduardo Lopez (ex-Oracle) para presidente de Vendas para a América Latina.

As contratações refletem uma jornada acirrada pelo mercado de cloud pública mundo afora, com a liderança do mercado assumida, até então, pela AWS Microsoft. A expectativa do Google é, claro, virar o jogo. Neste ano, em um movimento inédito, a Alphabet (empresa mãe do Google) abriu os números da vertical de nuvem. O Google Cloud fechou o trimestre passado com receita de US$ 2,62 bilhões. No mesmo período referente ao ano anterior, este número girava ao redor de US$ 1,7 bilhão.

Em entrevista à Computerworld durante o Google Cloud Summit Brasil, no ano passado, Eduardo Lopez reiterou planos da unidade brasileira triplicar a operação, com foco em vendas. A ambição continua. “O Google Cloud no Brasil segue sua jornada de investimento na qualidade do atendimento para satisfazer as demandas do mercado corporativo. O feedback que temos recebido tem sido extremamente positivo, conforme avançamos na contratação de um conjunto significativo de talentos técnicos e comerciais da indústria com formação no atendimento de grandes empresas”, destacou Marco Bravo, à Computerworld Brasil. “No ano passado, Thomas Kurian compartilhou metas agressivas de contratação em todo o mundo e a América Latina está entre as prioridades”, complementou.

Brasil em busca da maturidade na transformação digital

Na visão de Bravo, o avanço da digitalização do mercado corporativo no Brasil reflete o momento econômico do País. Neste contexto, a nuvem pública tem se colocado como diferencial competitivo. “A jornada tecnológica para a nuvem é uma grande oportunidade para as empresas no Brasil acelerarem sua transformação digital e permitir que elas sejam competitivas globalmente. A utilização de insights de dados empresariais em larga escala é o principal agente para esta transformação”, avalia o executivo.

Apesar de a discussão da migração para nuvem não ser mais nenuhma novidade no mercado corporativo, grande parte das companhias ainda se encontra no estágio inicial da jornada. Isso, por si só, dá margem para acirrar a concorrência com os outros players de cloud pública, sugere Bravo.

“A jornada de transformação digital demandada pelas empresas neste momento de adoção da nuvem impõe desafios que o Google Cloud tem expertise, como manipulação e gestão de grandes volumes de dados. Ao mesmo tempo, temos investido de forma significativa na infraestrutura de atendimento corporativo, em equipes técnicas, comerciais, de suporte e serviços, além de um ecossistema de parceiros e integradores. Esses esforços têm sido extremamente bem recebidos no mercado brasileiro e estou muito feliz em fazer parte desse momento de Google Cloud”, conclui Bravo

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MERCADO

São Paulo é a terceira cidade do mundo que mais será impactada pela mobilidade

Estudo conduzido pela Kantar analisou como será a mobilidade urbana em 31 cidades no mundo até 2030

A companhia de insights e consultoria Kantar divulgou recentemente o estudo Mobility Futures, no qual projetou como será a mobilidade urbana em 31 cidades do mundo, que deverão reunir cerca de 36,7 milhões de habitantes em 2030.

De acordo com a análise, Manchester será o local a vivenciar a maior mudança no uso de transporte, seguido por Moscou em segundo lugar e São Paulo na terceira posição — única cidade da América Latina a aparecer entre as dez primeiras colocadas:

  • Manchester
  • Moscou
  • São Paulo
  • Paris
  • Joanesburgo
  • Guangzhou
  • Milão
  • Montreal
  • Amsterdã
  • Xangai

“Promover e investir em tecnologia para mobilidade urbana será fundamental para facilitar a transição para soluções de transporte mais inteligentes e sustentáveis nos próximos 10 anos”, afirma Luciana Pepe, diretora de contas da Kantar para o setor automotivo.

Tendências para o mundo

Segundo o estudo, as viagens de carro particular diminuirão em 10% nas maiores cidades do mundo, na próxima década. A ascensão da economia compartilhada, a multimodalidade e veículos autônomos, juntamente com o envelhecimento da população global, reduzirão a necessidade de posse de carro.

Esse declínio será compensado pelo aumento do uso de transporte público, ciclismo e caminhada, à medida que os cidadãos mudam para maneiras mais ecológicas de viajar.

Até 2030, esses meios de transporte mais ecológicos representarão 49% de todas as viagens realizadas contra 46% para carros (que atualmente representam 51% das viagens). Viagens de táxi e compartilhamento/carona, além de outros meios, como balsas, serão responsáveis pelos 5% restantes.

O ciclismo está a caminho de se tornar o meio de transporte que mais cresce, com previsão de aumento de 18% entre agora e 2030. O uso de transporte público e a pé aumentará 15% e 6%, respectivamente.

Mobilidade em São Paulo

São Paulo é uma das cidades mais congestionadas da América do Sul, dificultando a locomoção com eficiência. Embora o transporte público represente uma parcela significativa das viagens, o sistema está superlotado, atrasado e com pouca conexão. Portanto, é esperado que cada vez mais pessoas se voltem para andar de bicicleta e caminhar sempre que possível.

Nos próximos 10 anos, a Kantar projeta as seguintes mudanças nos modos de transporte:

  • Transporte público: + 10%
  • Caminhada: + 25%
  • Bicicleta: + 47%
  • Carro: -28%

Algumas medidas de infraestrutura estão em andamento, incluindo a extensão das linhas de metrô e trem.

No entanto, os investimentos na infraestrutura da cidade estão desacelerando ultimamente, devido em parte à crise econômica no Brasil em 2015/2016 – e São Paulo pontua pobremente em nosso índice de cidades prontas para tecnologia.

Dentro desse contexto, não surpreende que os paulistanos tenham uma visão muito crítica de sua cidade e não tenham muita confiança em seu governo para entregar um futuro sustentável para a mobilidade.

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MERCADO

Em parceria com BV e Creditas, TOTVS vai oferecer crédito consignado privado

Empresas que utilizam soluções da companhia poderão oferecer opção de crédito a seus colaboradores

TOTVS anunciou nesta terça-feira (18) uma parceria com o banco BV e a Creditas para oferecer crédito consignado aos funcionários das empresas que utilizam suas soluções de tecnologia.

De acordo com a companhia, os colaboradores terão vantagens como: acesso a uma linha de crédito com taxas mais baixas em comparação a outras do mercado; contratação sem se deslocar do ambiente de trabalho; desconto do valor diretamente da folha de pagamento, entre outras.

A empresa, por sua vez, conta com a TOTVS para tornar esse processo mais eficiente e automatizado, facilitando a gestão pelo RH.

A iniciativa foi promovida pela TOTVS Techfin, divisão de tecnologia e dados que facilita o acesso de seus clientes a serviços financeiros personalizados e mais competitivos.

“Nossos parceiros – BV e Creditas – ficam responsáveis pela análise de crédito, disponibilização desses recursos e operação financeira, com taxas realmente competitivas”, afirma Eduardo Neubern, diretor da TOTVS Techfin.

Segundo Neubern, mais de 10 milhões de holerites são processadas por mês pelas soluções TOTVS no Brasil, o que proporciona à empresa capilaridade e escala para realizar essa ação.

Celso Rocha, diretor de Distribuição Varejo do banco BV, acredita que, apesar de ter muitos benefícios para o contratante, o crédito consignado privado ainda é pouco difundido no Brasil e que a parceria com a TOTVS e a Creditas “ irá proporcionar aos clientes uma experiência simples, rápida e leve na contratação e gestão do contrato”.

Sergio Furio, CEO e fundador da Creditas, ressalta o benefício que o acordo proporcionará ao público final. “Junto com a TOTVS, vamos acelerar a oferta do produto, de forma simples e ágil, aos mais de 10 milhões de holerites das empresas que utilizam o software de folha de pagamento da TOTVS. Isso significa que mais pessoas terão acesso a um benefício que pode lhe ajudar a estudar, viajar, resolver seus problemas financeiros, entre outros”.

computerworld.com.br

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CARGOS & RENDA MERCADO

Mercado de TI pode apresentar deficit de 290 mil profissionais em 2024

Falta de profissionais de tecnologia já é uma realidade, nas áreas de desenvolvedores mobile, arquitetos de solução, computação e nuvem, data analytics, segurança cibernética e inteligência artificial

Existem atualmente 845 mil empregos no setor de Tecnologia da Informação no Brasil, e a demanda anual por novos talentos projetada entre 2019 e 2024 está em 70 mil profissionais.

Porém, apenas 46 mil pessoas se formam por ano no Ensino Superior com o perfil necessário para atender essas vagas. Segundo estudo divulgado pela Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), o mercado de TI pode apresentar um déficit de 290 mil profissionais em 2024.

“Na minha visão, a transformação digital deixou de ser apenas um assunto de mercado, mas uma transição essencial, um caminho sem volta. Todas as empresas, principalmente as tradicionais devem caminhar para se tornarem uma empresa de tecnologia e principalmente focada na jornada dos seus clientes. O déficit de profissionais de tecnologia já é uma realidade, principalmente na área de desenvolvedores mobile, arquitetos de solução, computação e nuvem, data analytics, segurança cibernética, inteligência artificial, para citar algumas”, diz Cristiano Kanashiro, CEO da GO.K, consultoria de inovação digital.

Segundo o estudo, para garantir que não haja um “apagão técnico” em um futuro próximo, é preciso contar com políticas de incentivos estudantis e maior fomento para graduações em tecnologia para aumentar a mão de obra qualificada na área de Tecnologia da Informação e Comunicação.

Para atender a demanda de mercado que já existe, a GO.K desenvolveu uma unidade de negócios focada em conduzir a transformação digital dentro das empresas.

“Lançamos recentemente uma “Business Unit” focada em desenhar equipes de liderança e gestão estratégica com diferentes habilidades e conhecimentos para desenvolver inovação e projetos digitais dentro das empresas”, conta Kanashiro. “A prática do outsourcing já existe faz tempo, porém identificamos uma lacuna – apenas contratar profissionais e alocá-los dentro do cliente não funciona, é preciso ter gestão, metodologia, práticas, trazer a cultura de inovação para que o choque com a cultura anterior seja minimizado”, explica. Segundo Kanashiro é preciso levar uma bagagem de gestão que envolve 3 grandes pilares, estratégia, experiencia e tecnologia. Para reforçar a nova unidade de negócios o time conta com a business partner Monique Ferrari e o business development Rafael Bellarmino.

Kanashiro tem consciência que futuramente o movimento natural será que empresas absorvam essas unidades e equipes, ainda assim, para se tornar digital é preciso um esforço maior que criar uma área e contratar profissionais. “Existe o choque cultural e é fundamental ter uma visão de atuação bimodal, ou seja, sem atrito, unificando o legado com o novo. É preciso gestão de inovação e é nessa frente que nossa “Business Unit” vem atuar”.

Investindo no futuro

Com base no déficit de profissionais de tecnologia, a GO.K também está implementando ações para a formação de profissionais, além do Programa de Trainee existe o Jovem Goker que é um programa de Jovem Aprendiz que seleciona candidatos a partir de 14 anos, e ao longo de pouco mais de um ano oferece experiências em todas as áreas da empresa, incluindo Business, Design, Desenvolvimento e Gestão de Projetos. Depois de pouco mais de um ano, o objetivo é que o jovem tenha adquirido o espírito inovador e conhecimento em tecnologia. “É uma imersão no universo de inovação e transformação digital. O objetivo é, também, colaborar para suprir as necessidades do mercado”, conclui Kanashiro.

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CARGOS & RENDA MERCADO

Veja a média de salário mensal de alguns cargos de TI no mercado brasileiro

O Love Mondays, plataforma em que profissionais avaliam as empresas onde trabalham, revelou dados sobre os salários médios de alguns cargos do setor de tecnologia da informação no Brasil.

Algumas considerações sobre a informação devem ser levadas em conta: foram considerados apenas cargos com mais de 30 salários publicados na plataforma e os valores são referentes apenas a empresas do setor de tecnologia e telecomunicações. Os valores apresentados são uma média mensal.

Confira a seguir a lista com cargo, média mensal de salário e a quantidade de salários revelada no site Love Mondays:

  • Senior Manager: R$ 18.729,13 (206 salários considerados)
  • Diretor Comercial: R$ 14.679,22 (82 salários considerados)
  • Account Executive: R$ 14.110,93 (40 salários considerados)
  • Sales Manager: R$ 14.033,04 (167 salários considerados)
  • Solution Architect: R$13.691,85 (33 salários considerados)
  • System Engineer: R$ 13.059,58  (34 salários considerados)
  • Gerente de Operações: R$ 12.763,73 (110 salários considerados)
  • Consultor SAP Sênior:  R$ 12.578,24 (41 salários considerados)
  • Gerente de Projetos (GP) Sênior: R$ 12.564,85 (158 salários considerados)
  • Gerente de Desenvolvimento: R$ 11.522,59 (61 salários considerados)